sexta-feira, 15 de maio de 2015

NOVENA DE PENTECOSTES




•         A LINGUAGEM DO ESPÍRITO

•         Afinal de contas, ainda esta pergunta inquieta o nosso coração: que linguagem é esta do Espírito, capaz de fazer com que todos compreendam?  A linguagem do Espírito, que vem a fazer com todos compreendam, é a linguagem do amor, aquela linguagem por meio da qual os gestos concretos falam por si só e possuem o poder de ressurreição na vida dos outros.  A grande linguagem que o Espírito quer nos ensinar a falar é a linguagem do amor; só ela tem o poder de transformar tudo aqui que está dividido, fragmentado, caótico, em cada um de nós. O Espírito, com esta nova forma de falar e anunciar o Pai pelo Filho transformará tudo em nós, trazendo a nova ordem, a unidade pelo amor. No entanto, só falarão nesta nova linguagem aqueles/ aquelas que se decidirem pelo amor, frente a uma profunda abertura de suas vidas ao Paráclito.
Portanto, só o que está uno, inteiro, organizado, curado, liberto, restaurado, pela ação do Espírito, é que terá condições de anunciar Jesus vivo e ressuscitado mediante nova linguagem que penetra todos os ouvidos e corações.
•         “É Ele que age nos corações e suscita mudanças de atitudes e comportamentos. É ainda o Espírito de Cristo que confere sua força à ação da Igreja, quer na pregação, quer na vida sacramentaria; é o Espírito Santo que dá a sabedoria e o discernimento verdadeiro sobre todas as coisas, ajudando-nos a fazer as escolhas acertadas.” (Cardeal Odilo Scherer)
•         Mais ainda, somos Templos do Deus vivo, pois o Espírito habita dentro de nós (1Cor 3,16). O Espírito Santo é o Doce Hóspede da nossa alma, vive em nós, torna-nos filhos de Deus, torna-nos família.

É pela ação misteriosa do Espírito Santo que reconhecemos a Jesus como Senhor e Salvador, pois ninguém pode proclamar que Jesus é o Senhor, a não ser pela ação do Espírito Santo.

sábado, 9 de maio de 2015

DIA DAS MÃES



MENSAGEM DIA DAS MÃES (10/5/2015)

VI MINHA MÃE REZANDO!

Ó Deus, Vós me destes o dom da maternidade. Dai-me um coração

suave e terno, um coração materno, que tenha sempre amor e

compaixão. Eu quero cumprir minha missão, pois Vós repartis em

minha maternidade Vosso dom de vida. Ajudai-me, Senhor, a tornar

cada dia mais fecundo meu amor por Vós e pelos filhos que me

destes a graça de gerar. Que eu seja serena e sempre cheia de

ternura, pois assim tenho certeza de superar qualquer dor ou

tristeza. Quero, Senhor, o amor que contagia, que transforma,

que une e edifica a vida. Afasta para longe de mim atitudes

egoístas que ferem a vida. Obrigado, Senhor, Vos digo cheia de

gratidão, por me fazerdes participar da Vossa criação. Amém!


Que o coração de Maria Santíssima seja escola para você, mãe,

para que seu coração seja escola para seus filhos!

FELIZ E ABENÇOADO DIA DAS MÃES!

Com minha benção,

Diác. Flori

sexta-feira, 8 de maio de 2015

REAVIVAR A ESPERANÇA


A NECESSIDADE DE REAVIVAR A ESPERANÇA

Estamos ainda vivendo o Tempo Pascal. Este tempo é mais longo, pois a ressurreição de Cristo é sempre a festa da esperança para que o ser humano se lembre que a Ressurreição é a intervenção da força de Deus quando toda esperança parece perdida e não o final feliz de uma linda fábula.

Olhando Jesus na sua paixão, nós vemos como num espelho os sofrimentos da humanidade e encontramos a resposta divina ao mistério do mal, da dor e da morte.

Muitas vezes, sentimos horror pelo mal e pela dor que nos circunda e nos perguntamos como Deus permite o sofrimento e a morte, principalmente dos inocentes. Quando vemos as crianças sofrerem, é uma ferida no coração. E Jesus toma todo este mal, este sofrimento sobre si.

Nós esperamos que Ele, na sua onipotência, derrote a injustiça, o mal, o pecado e o sofrimento com uma vitória divina triunfante. Ao contrário, Deus nos mostra uma vitória humilde, que humanamente parece uma falência. Mas, Jesus, vence na falência. Trata-se de um mistério desconcertante Se, depois de todo o bem que realizara, não tivesse existido esta morte tão humilhante, Jesus não teria mostrado a medida total do seu amor. A falência histórica de Jesus e as frustrações de muitas esperanças humanas são a estrada mestra, por onde Deus realiza a nossa salvação. É uma estrada que não coincide com os critérios humanos; pelo contrário, inverte-os: pelas suas chagas fomos curados.

Quando tudo parece perdido, é então que Deus intervém com a força da ressurreição. Por isso, a ressurreição de Jesus não é o final feliz de uma linda fábula, mas a intervenção de Deus Pai, quando toda a esperança humana já tinha desmoronado. E também nós somos chamados a seguir Jesus por este caminho de humilhação.

A esperança é fundamental para nossa vida. É ela que move a vida, que nos anima a viver. Sem esperança é difícil viver. Ela é determinante para a vida.
    
Embora a esperança, hoje, esteja bastante enfraquecida, pois ela deu lugar ao pessimismo, ao descrédito, à frustração, depressão, e isto causa desespero, falta de confiança, de que seja possível conseguir o que se almeja. Sempre é tempo de renová-la. E a verdadeira fé se expressa na esperança.

A esperança é a estrada pela qual caminha nossa fé. A fé remove montanhas, a esperança aguarda o dia da remoção. A fé é a certeza em forma de projeto, a esperança é a execução deste projeto. A fé nos impulsiona a pedir, a esperança nos ajuda sobre como e quando receber. A fé avista o horizonte, a esperança nos move até lá
         
 Quando temos esperança, conseguimos superar circunstâncias, o tempo e a razão. Ela não se condiciona e não se firma no que vê e acontece à nossa volta. Ela vê além. Ela busca a superação dos obstáculos. A esperança é sempre mais forte e sempre maior que os desafios. Ë maior do que os problemas e sofrimentos que nos afligem e angustiam. Quem tem esperança não se intimida ou recua, mesmo que as adversidades sejam grandes.
    
A verdadeira esperança confia e sabe esperar. É firme, paciente, perseverante e não desiste facilmente. A verdadeira esperança acredita e espera pelo impossível, pelo que muitas vezes não tem lógica, pelo que escapa e desafia a própria razão.
   
   Para ilustrar este texto uma história, com sugestão de encenação:
        
A ESTRELINHA VERDE (com as luzes apagadas) Dar velas para outras pessoas
           Há muito tempo, as estrelinhas do jardim de Deus estavam animadas querendo novas aventuras. Havia centenas de estrelinhas coloridas, lindas: vermelhas, amarelas, azuis, lilases, enfim de todas as cores. (neste momento acendem-se as velas – no palco).
      
       Neste dia, as estrelinhas pediram para Deus que lhes desse permissão para sair do céu. Queriam visitar um pequeno planeta azul, chamado Terra.  Insistiram Fizeram tamanha confusão que Deus não teve outra escolha e deixou-as partir... (as “estrelinhas” se espalham).        Umas estrelinhas foram logo visitar a neve branquinha, outras foram ver o alaranjado dos vulcões, o verde das florestas, algumas se encantaram em mergulhar no mar. Umas foram ver as cachoeiras, outras se deliciavam nos lagos; umas subiam nas montanhas, apaixonavam-se pela variedade de pássaros e flores.
       Várias ficavam paradinhas ao entardecer, observando o espetáculo de cores do sol poente. A negritude da lua a iluminar a noite. Estavam nas torres das Igrejas, nos telhados das casas... E, assim, espalharam-se absolutamente encantadas com a beleza da Terra.
         
       Prestando atenção, em pouco tempo as estrelinhas começaram a entender a linguagem das coisas e dos homens. Começaram a ver que no meio de tanta beleza, havia também o sofrimento. Espantaram-se ao ver rios poluídos sem tratamento, observaram o ar pesado com gases envenenados, testemunharam árvores sendo abatidas, viram crianças mendigando, e sendo espancadas. Viram desemprego, fome... Ficaram tão tristes que começaram a perder a sua cor. Logo se reuniram e decidiram voltar para o jardim de Deus (todas as “estrelinhas” se reúnem, menos a verde), e lá disseram que aqui na Terra era tudo muito triste, e Deus lhes diz, que na verdade somente junto Dele é que se encontra a felicidade, por isso já eram esperadas.
        
       Deus deu uma rápida olhada em suas estrelinhas, e perguntou por uma estrela que faltava. Era a única daquela cor. A cor verde, a cor da esperança. E as estrelinhas disseram que ela quis ficar na Terra. E ao olharem, viram que ela já não estava mais só. Havia uma estrela brilhando no coração de muitos homens (acender as outras “estrelinhas”- um acende do outro).
      
       Então Deus lhe pergunta por que ela não quis voltar junto para Dele.
       A estrelinha verde responde:
      
       OUTRA PESSOA: “O SENHOR QUE JÁ CONHECE A ETERNIDADE E O QUE EXISTE POR DETRÁS DE TODAS AS COISAS, NÃO PRECISA DA ESPERANÇA. QUEM PRECISA DE ESPERANÇA SÃO AS PESSOAS QUE NO SEU DIA A DIA ENFRENTAM MUITAS DIFICULDADES: FOME DESEMPREGO, DOENÇAS, CORRUPÇÃO, PARA QUE NÃO DESANIMEM E TENHAM FORÇAS DE LUTAR POR UM MUNDO MELHOR, MAIS JUSTO E MAIS FRATERNO. POR ISSO, EU, A ESTRELA DA ESPERANÇA JAMAIS OS ABANDONAREI, POIS, TENHO CERTEZA, QUE ATRAVÉS DA ESPERAÑÇA PLANTADA E CULTIVADA EM CADA CORAÇÃO LEVAREI MUITOS A ESPALHAREM AMOR E PAZ POR ONDE PASSAREM,  DURANTE TODO O TEMPO.”

     (apagam-se as “estrelinhas” e acendem-se as luzes) 

sábado, 18 de abril de 2015

TEMPO PASCAL



VEM SENHOR RESSUSCITADO E NOS CONVERTA... 

Estamos no Tempo Pascal e com esse tempo refletimos sobre o evento da Ressurreição de Jesus e sua relação com a comunidade nascente que, impulsionado pelo Espírito Santo inicia o anúncio do Ressuscitado levando o povo à conversão com prodígios e milagres. Agora são os Apóstolos os realizadores dos prodígios com uma grande diferença: Jesus realizava em seu nome e os Apóstolos realizam em nome do Senhor Jesus.

Uma palavra em grego que define bem as realizações dos Apóstolos é “PARESIA”, esta significa: OUSADIA, AUDÁCIA, DESTEMOR, FORÇA, PODER, enfim os Apóstolos não tinham mais medo dos chefes do Judaísmo e das autoridades Romanas. Pregavam com autoridade e faziam milagres que comprovavam suas pregações e o nome de Jesus ia transformando os corações e os que acreditavam no Senhor só cresciam. Pedro cheio do Espírito Santo diz com audácia: “eu sei que vós agistes por ignorância, assim como vossos chefes”, e os chama a conversão. É a Igreja nascente com a força do Espírito Santo. Puxa!

O que será que precisamos em nossas comunidades, hoje? Será que essa força – PARESIA – era somente para os primeiros cristãos? Será que não precisamos também clamar a Deus que envie este fogo em nossa Igreja hoje? É isso que o Papa Francisco está nos falando quase todos os dias: “Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades. Uma identificação dos fins, sem uma condigna busca comunitária dos meios para alcançá-los, está condenada a traduzir-se em mera fantasia. A todos exorto a aplicarem, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receios”. (EG 33). “A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1 Jo 4, 10), e, por isso, ela sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. Vive um desejo inexaurível de oferecer misericórdia, fruto de ter experimentado a misericórdia infinita do Pai e a sua força difusiva”. (EG 24). Como vemos o Papa chama a Igreja a uma mudança e a um “sair” para fazer uma evangelização eficaz que possa mudar a sociedade. E devemos ter a certeza que a sociedade somente irá transformar e teremos um lugar melhor para viver à medida que as pessoas se encontrarem com o Senhor da Glória.

Olha a Palavra: “Quem diz: 'Eu conheço a Deus', mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele”. Então não adianta saber que Jesus é Deus e salvador, não adianta conhecer a história da vida de Jesus, isso o Demônio também conhece. Precisamos de um encontro pessoal com Jesus, um encontro que possa mudar nossa vida por inteira. Algo que abale nossas estruturas e que jamais seremos as mesmas pessoas. Jesus deu sua vida na cruz para que tenhamos essa vida nova, não vamos desperdiçar as abundantes graças que Cristo nos conquistou, pois “Naquele, porém, que guarda a sua palavra, o amor de Deus é plenamente realizado”.

Como vemos no Evangelho tudo o que Jesus fez e ensinou não ficou claro aos Apóstolos e discípulos, tinham dificuldades de entenderem, pois na verdade a mudança de conceitos e pensamentos era muito radical. Tudo o que haviam aprendido no Judaísmo agora cai por terra. Esse vinho novo que Jesus traz é muito revolucionário e completamente adverso do que esperavam. Jesus se encontra com os discípulos que estavam indos para Emaús e explica para eles a Escritura – “Já não estava tudo escrito...?”. E agora com os Apóstolos e Discípulos Jesus diz: “Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém”. E nós? Será que procuramos entender os sinais de Deus para o nosso tempo? Será que sabemos interpretar as escrituras dentro dos problemas que nos cercam hoje? Será que não somos muito simplistas e indiferentes ao ponto da Igreja nos falar tanto e não darmos conta que é a Palavra de Jesus para nós hoje. Quando o Papa escreve uma Carta Apostólica, que é uma norma da Igreja e que tem que ser seguida, procuramos ler, conhecer e aplicar em nossa vida e comunidade?

Não basta Cristo Ressuscitar dos mortos é necessário que Ele ressuscite em nosso coração, em nossa vida, em nossas atitudes... Que Ele possa fazer de nós um anunciador do Reino: “No seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações”. Que essa profecia aconteça em nosso meio, que anunciemos com destemor, com ousadia, com vigor sem medo, podem nos levar ao sacrifício o que irá nos importar é levar o amor de Deus ao próximo para que ele conheça o Deus altíssimo, nosso Redentor Jesus e o Espírito Santo Paráclito consolador.

Hoje, ouvi um testemunho de um Padre que foi amigo e companheiro de missão da Irmã Dorothy. Ele disse que um dia ela estava indo a pé por uma estrada de terra a uma comunidade para evangelizar e no caminho foi abordada por dois homens que perguntaram: - A senhora está com arma? Ela disse: - sim. E naquele momento ela tirou a Bíblia da mochila, apresentou sua arma e começou a ler as “Bem Aventuranças” para eles. Neste momento os homens cravaram seis balas em seu corpo. Isso é PARESIA, isso é Espírito Santo em ação, esta é a marca de Cristo ressuscitado.

Vem Senhor Ressuscitado e nos converta...

Antonio Com Deus

3º Domingo da Páscoa ano B - 2015

1ª Leitura - At 3,13-15.17-19
Vós matastes o autor da vida, mas Deus o ressuscitou dos mortos.

Salmo - Sl4,2.4.7.9 (R. 7a)
R. Sobre nós fazei brilhar o esplendor de vossa face!

2ª Leitura - 1Jo 2,1-5a
Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados, e também pelos pecados do mundo inteiro.

Evangelho - Lc 24,35-48
Assim está escrito: o Messias sofrerá e ressuscitará dos mortos no terceiro dia.



terça-feira, 14 de abril de 2015

ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB


53ª Assembleia Geral será eletiva e atualizará Diretrizes Gerais

52AGDurante a 53ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que acontecerá de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), os bispos atualizarão as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). As orientações pastorais aprovadas em 2011 serão apenas revisadas a partir da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e do pronunciamento do papa Francisco aos bispos ocorrido no Rio de Janeiro (RJ), em julho de 2013.
“As diretrizes gerais continuarão a inspirar o trabalho da Igreja nos próximos quatro anos, levando em consideração a atuação do papa Francisco”, explica o arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva.
O arcebispo afirma que as DGAE 2011-2015 foram bem acolhidas pelas comunidades do Brasil. “As pessoas realmente receberam com o coração muito aberto, e aquelas cinco urgências pegaram muito bem. Tanto assim que foi aprovado que essas diretrizes continuarão por mais quatro anos, porém com algumas revisões, inspiradas nos pronunciamentos do santo padre Francisco”, conta.
As Diretrizes Gerais estão ligadas à natureza da CNBB, definida em Estatuto Canônico ratificado pela Congregação para os Bispos do Vaticano. Cabe à Conferência colaborar com os bispos na dinamização da missão evangelizadora, “para melhor promover a vida eclesial, responder mais eficazmente aos desafios contemporâneos, por formas de apostolado adequadas às circunstâncias, e realizar evangelicamente seu serviço de amor, na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária, a caminho do Reino definitivo”, diz o texto.
As atuais DGAE contêm cinco urgências para a ação evangelizadora: Igreja em estado permanente de missão; Igreja: casa da iniciação à vida cristã; Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; Igreja: comunidade de comunidades; e Igreja a serviço da vida plena para todos.
Assembleia Geral
O encontro anual do episcopado brasileiro  reúne mais de 450 bispos, entre cardeais, arcebispos, bispos auxiliares e eméritos, além dos que fazem parte das igrejas de Rito Oriental. No total, serão 274 circunscrições eclesiásticas representadas.
O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, avalia a assembleia geral como momento de comunhão, de encontro, de alegria e de celebração da Igreja no Brasil. “A assembleia é um momento extraordinário para nós bispos. Essa troca de ideias, essa troca de afeto colegial. Imagina todos nós podermos celebrar juntos a Eucaristia? Todas as Igrejas particulares ali presentes na figura do bispo. Isso é extraordinário!”, sugere.
Neste ano, além da atualização das DGAE, os bispos terão a missão de eleger a nova Presidência da entidade, composta pelo presidente, vice e secretário geral; os presidentes das doze comissões episcopais pastorais; além de delegados da CNBB para o Conselho Episcopal Latino Americano (Celam) e para a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, marcada para outubro deste ano, no Vaticano.
Tema prioritário
Na grade de atividades da 53ª AG, está previsto o debate sobre o novo texto que trata dos cristãos leigos e leigas, preparado após recebimento de sugestões e emendas pela comissão responsável. Aprovado em 2014, o texto de Estudos 107, Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – Sal da Terra e Luz do mundo, volta à pauta da reunião episcopal para nova avaliação.
“Esse estudo está sendo muito bem acolhido nas nossas dioceses, especialmente pelos leigos organizados em comunidades, em movimentos etc. Eu espero que talvez ele se torne um documento oficial da CNBB”, afirma dom Belisário da Silva.
No contexto dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II, o vice-presidente da CNBB considera que a Igreja vive em um momento de “plena consciência” de sua identidade como povo de Deus. “Acho que vivemos numa fase em que toma-se plena consciência que a Igreja é o povo de Deus, e dentro do povo de Deus a maior parte é leigo, sem dúvida nenhuma. A hierarquia, os ministérios ordenados estão a serviço, são ministérios, então, a Igreja é fundamentalmente esse povo de Deus, e dentro desse povo de Deus, o povo que caminha no mundo que são os leigos e leigas”, explica.
Fonte: Site da CNBB

segunda-feira, 13 de abril de 2015

SEMANA SANTA - 2015


“Ele não está aqui! Ressuscitou como havia dito! Vinde ver o lugar onde Ele estava. (Mt 28,6)

A meta da Quaresma é a Páscoa! Assim para celebrar e experienciar este misterioso e maravilhoso cume da nossa fé, vivemos  momentos de preparação imediata ao longo da semana:
·         DOMINGO DE RAMOS: Com procissão saindo da Capela Aparecida, passando pela Capela Menino Jesus de Praga e missa na Matriz;
·         SEGUNDA-FEIRA: Via Sacra Luminosa em ruas próximas à Matriz e Capela Aparecida;
·         TERÇA-FEIRA: Celebração do Perdão, na Matriz;
·         QUARTA-FEIRA: Missa dos Santos Óleos, na Catedral Santo Antonio, em Piracicaba;
·         QUINTA-FEIRA: Ceia do Senhor, na Matriz e Capela Aparecida;
·         SEXTA-FEIRA: Caminhada Penitencial;
§    Celebração da Paixão do Senhor, na Matriz e Capela Aparecida;
§  Procissão do Encontro, com as imagens de Nossa Senhora das Dores (com as mulheres) e Nosso Senhor Morto (com os homens); 
§  Reflexão com os jovens
·         SÁBADO: Vigília Pascal, na Matriz e Capela Aparecida;
·         DOMINGO: Ressurreição do Senhor.

Agradeço a todos que colaboraram para que pudéssemos entender que a Semana Santa é muito mais que uma tradição religiosa católica que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo. Ela é o ápice e a coroação da fé em Jesus Cristo Salvador.
Viver como ressuscitados, eis o desejo de Deus Pai para todos os seus filhos e filhas!
Grato

Diácono Flori
































 MAIS FOTOS NO NOSSO ÁLBUM ONLINE

sábado, 4 de abril de 2015

FELIZ PÁSCOA

MENSAGEM DE PÁSCOA (5/4/2015)

“Não vos assusteis! Procurais Jesus, o Nazareno, aquele que foi crucificado?


 ELE RESSUSCITOU! NÃO ESTÁ AQUI! (Mc 16, 6)



Amados irmãos e irmãs, Boa Páscoa!
RESSOA NA Igreja espalhada por todo o mundo o anúncio dos anjos às mulheres: “Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus , o Crucificado; não está aqui, pois ressuscitou(...). Vinde, vede o lugar onde jazia” (Mt28,5-6)

Este é o ponto culminante do Evangelho, é a Boa Nova por excelência: Jesus, o Crucificado, ressuscitou! Este acontecimento está na base de nossa fé e da nossa esperança: se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja via esgotar-se o seu ímpeto, porque dali partiu e sempre parte de novo. A mensagem que os cristãos levam ao mundo é esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecado, mas Deus Pai ressuscitou-O e fê-Lo Senhor da vida e da morte. Em Jesus o amor triunfou sobre o ódio, a verdade sobre a mentira, o vida sobre a morte.

Por isso, nós dizemos a todos: “Vinde e vede”. Em cada situação humana marcada pela fragilidade, o pecado e a morte, a Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel: é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente, é idoso ou excluído...”Vinde e vede”: o Amor é maias forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescer esperança no deserto.

Com esta jubilosa certeza no coração, hoje voltamo-nos para Vós, Senhor ressuscitado!

Ajuda-nos a procurar-Vos para que todos possamos encontrar-Vos, saber que temos um Pai e não nos sentimos órfãos; que podemos amar-Vos e adorar-Vos.
Ajudai-nos a vencer a chaga da fome, agravadas pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices,

Torna-nos capazes de proteger os indefesos? Sobretudo as crianças, mulheres e idosos, por vezes objeto de exploração e de abandono.
Fazei que possamos cuidar dos irmãos que são afetados portas doenças que se difundem, também por negligência e a pobreza extrema

Consolai, quantos hoje não podem celebrar a Páscoa com seus entes queridos porque foram arrancados injustamente dos seus carinhos, como numerosas pessoas, sacerdotes e leigos que foram sequestrados em diferentes parte do mundo

Consolai aqueles que deixaram as suas terras e migrando para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não pode, professar livremente a sua fé.

Pedimo-Vos, Jesus glorioso, que façais cessar toda guerra, toda hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente!

Suplicamo-Vos, em particular, pela Síria, para quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, sobretudo, contra a população desamparada, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada.

Pedimo-Vos que conforteis as vitimas das violências fratricidas no Iraque e sustenteis as esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelitas e palestinos.

Imploramo-Vos que se ponha fim aos combates na Região Centro Africana e que cessem os hediondos ataques terroristas em algumas partes da Nigéria e as volências no Sudão do Sul.

Pedimos que ânimos se inclinem para a reconciliação e a concórdia fraterna na Venezuela.

Pela Vossa Ressurreição, que este ano celebramos com as Igrejas que  seguem o calendário Juliano, Vos pedimos que ilumine e inspire as iniciativas de pacificação na Ucrânia, para que todas as partes interessadas, iluminadas pelas Comunidade Internacional, possam empreender todo o esforço para impedir a violência e construir,  num espírito de unidade e diálogo o futuro do País.

Pedimo-Vos, Senhor por todos os povos da terra: Vós que vencestes a morte, daí-nos a Vossa Vida, daí-nos a Vossa Paz!

Uma feliz e santa Páscoa a todos!



Papa Francisco