quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

XII NOITE CULTURAL DE NATAL



Eu vos anuncio uma grande alegria: nasceu-nos em Belém, o Salvador, que é Cristo Senhor”(Lc 2,12)

E aconteceu... dia 14 de dezembro, às 19h30 a XII Noite Cultural de Natal, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Ipeúna, quando agentes das pastorais, movimentos, capelas, catequizandos, vivenciando seus talentos, levaram todos a refletir e ter mais uma oportunidade de preparação para o Natal do Senhor, que não é um simples aniversário, mas fazer memória da fidelidade de Deus que cumpre suas promessas em Jesus de Nazaré que se “faz carne e vem habitar no nosso meio”.

Nós só poderemos corresponder a essa fidelidade sendo discípulos na escola de Nazaré, aprendendo com Maria, a mulher do SIM a acolher o Salvador em nossa vida, e deixando-nos converter por Ele a cada dia. Só assim acontece a verdadeira celebração do Natal, não só a 25 de dezembro, mas todos os dias.

Grato a todos que colaboraram para a realização da XII Noite Cultural, e aos que conosco se fizeram presentes prestigiando.

Meu carinho e minha bênção

Diác. Flori 

































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sábado, 12 de dezembro de 2015

SOLENIDADE IMACULADA CONCEIÇÃO (8/12/2015)




“Alegra-te, cheia de graça. O Senhor está contigo” (Lc 1,28)

Celebrando hoje a Festa da Imaculada Conceição, recordamos que o anúncio do Anjo Gabriel, foi a notícia por excelência: “O Filho que vai nascer de ti será chamado Filho do Altíssimo” (Lc 1,32-33). É para o Filho de Maria que volvemos nosso olhar. Nele, em Jesus, está a fidelidade de Deus, que cumpre suas promessas desde Abraão e se realiza em plenitude, por meio de Seu Único Filho Jesus Cristo. Nascido de Maria.

Deus a escolheu conforme Seu desígnio. Não escolheu poderosos, nem possuidores de exércitos, de armas, de palácios governamentais, que se arvoram em senhores do bem. Escolheu uma bendita, santa e imaculada, que se faz serva do Senhor e é fiel até o fim.

O jeito de ser de Maria é, e deve ser, o jeito do cristão, homem ou mulher. A Imaculada Conceição de Maria tem tudo a ver com nossa fé e com a realização plena das promessas do Pai


MARIA IMACULADA, ROGAI POR NÓS!




















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I CONFRATERNIZAÇÃO PAROQUIAL (6/12/2015)



“Como é bom, como é agradável os irmãos viverem juntos” (Sl 133,1)

Domingo, 6 de dezembro, tivemos a oportunidade de viver um momento de graça concedida por Deus: membros de pastorais, movimentos e capelas reuniram-se para celebrar mais um ano de apostolado, de amizade, em um almoço comunitário.

 Louvado seja o Senhor por tantos benefícios e por ter-nos chamado a anunciar e testemunhar em comunidade a graça da salvação na força do Espírito Santo!

Abraço e abençoo a todos, e estejamos juntos e fortalecidos em 2016!

Diác. Flori





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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO


História de Imaculada Conceição

Imaculada Conceição refere-se a um dogma através do qual a Igreja declarou que a concepção da Virgem Maria foi sem a mancha (mácula em latim) do pecado original. Desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada do pecado pela graça de Deus. Ela sempre foi cheia da graça divina. O dogma declara também que a vida da Virgem Maria transcorreu completamente livre de pecado.
Desde os tempos da Igreja primitiva, os fiéis sempre acreditaram que Maria, a Mãe de Jesus, nasceu sem o pecado original. Tanto no Oriente como no Ocidente, há grande devoção à Maria enquanto mãe de Jesus e Virgem sem Pecados. No começo do cristianismo o dogma da Imaculada Conceição já era tida como uma verdade de fé para os fiéis.

Bíblia e tradição

O dogma que declara a Imaculada Conceição da Virgem Maria é fundamentado na Bíblia: Maria recebeu uma saudação celestial do Anjo Gabriel quando este veio anunciar que ela seria a Mãe do Salvador. Nessa ocasião, o Anjo Gabriel saudou como cheia de graça.
Foi o papa Pio IX, o papa que proclamou o dogma da Imaculada Conceição, recorreu principalmente à afirmação de Gênesis (3, 15), onde Deus diz: Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela, assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar à luz o Cristo, que reconciliaria o homem com Deus.
O verso Tu és toda formosa, meu amor, não há mancha em ti, no Cântico dos Cânticos (4,7) também é uma referência para defender a Imaculada Conceição. Outras passagens bíblicas referentes são: Também farão uma arca de madeira incorruptível (Êxodo 25, 10-11). Pode o puro (Jesus) vir de um ser impuro? Jamais! (Jó 14, 4). Assim, fiz uma arca de madeira incorruptível...(Deuteronômio 10, 3). Maria é considerada a Arca da Nova Aliança (Apocalipse 11, 19) e, portanto, a Nova Arca seria igualmente incorruptível ou imaculada.
Também existem os escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão. São Tomás de Aquino, por volta de 1252, declarou abertamente que a Virgem foi, pela graça, imunizada contra o pecado original, defendendo claramente o dogma do privilégio mariano, que seria declarado e definido séculos mais tarde.

Definição do dogma de Imaculada Conceição

O dia da festa da Imaculada Conceição foi definido em 1476 pelo Papa Sisto IV. A existência da festa era um forte indício da crença da Igreja na Imaculada Conceição, mesmo antes da definição do dogma no século XIX.
No dia 8 de dezembro de 1854, dia da festa, o Papa Pio IX, com a Bula intitulada Deus Inefável (Ineffabilis Deus), definiu oficialmente o dogma da Santa e Imaculada Concepção de Maria.
Assim está escrito na bula (documento papal) intitulada Ineffabilis Deus que o Papa Pio X proclamou: Em honra da Trindade (...) declaramos a doutrina que afirma que a Virgem Maria, desde a sua concepção, pela graça de Deus todo poderoso, pelos merecimentos de Jesus Cristo, Salvador do homem, foi preservada imune da mancha do pecado original. Essa verdade foi-nos revelada por Deus e, portanto, deve ser solidamente crida pelos fiéis.

Maria confirma o dogma

Santa Bernadete Soubirous (1844-1879), a jovem que viu Nossa Senhora em Lourdes, disse que Nossa Senhora se auto definiu dizendo assim: Eu sou a Imaculada Conceição. Isso aconteceu em 1858, apenas quatro anos após a definição do dogma.
Todos os estudiosos consideram quase impossível que uma adolescente como era Bernadete, vivendo num lugarejo insignificante como era Lourdes, soubesse da proclamação do dogma e muito menos o seu significado. Por isso, as aparições de Nossa Senhora em Lourdes são consideradas como uma confirmação celstial do dogma da Imaculada conceição. Esta é uma das três aparições de Nossa Senhora consideradas verdadeiras pela Igreja Católica.

Imaculada Conceição, Mãe sem mácula

Por isso, nós podemos recorrer a Maria com toda a confiança justamente porque ela é Imaculada, sem mancha, sem pecado, sem impurezas. Ela é cheia, plena, repleta da graça de Deus e, por isso, pode ouvir nossos pedidos e súplicas e apresentá-los ao Pai, diante de quem ela está no céu. Nossa mãe celestial é pura, santa, sem pecado e nos ama com um amor puro, santo e divino. Assim, com esta confiança, recorramos a ela sempre, pois ela intercede por nós.

Oração a Imaculada Conceição

Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título
de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: Ave Maria, cheia de graça; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações
e evitarmos os pecados e, já que vós chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós.




ANO SANTO JUBILAR DA MISERICÓRDIA (8/12/2015)



Em março de 2015, na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco anunciou a convocatoria do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. O próprio Papa Francisco o justificava desta forma: "Anuncio um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo propicio para a Igreja, para que faça mais forte e eficaz o testemunho dos crentes", em um momento em que a Igreja vive um tempo de nova evangelização. Se trata de renovar o espírito do Concilio Vaticano II em seu quinquagésimo aniversario; já que com o Concilio "A Igreja sentiu a responsabilidade de ser no mundo sinal vivo do amor do Pai"; agora "A Igreja sente a necessidade de mantê-lo vivo".

Iniciará com a abertura da Porta Santa no Vaticano durante a solenidade da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro de 2015. Finalizará em 20 de novembro de 2016, domingo em que se celebrará a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Posteriormente, no terceiro domingo do Advento, se abrirá a Porta Santa da catedral de Roma, assim como a Basílica de São João de Latrão e sucessivamente se abrirá a Porta Santa nas outras Basílicas Papais.

Nesse domingo, se estabelece que cada Igreja particular abra, para todo Ano Santo, uma Porta da Misericórdia equivalente à Catedral, que é a Igreja Mãe para todos os fiéis, ou na igreja principal da cidade ou em uma igreja de significado especial ou santuário.

O Jubileu, portanto, será celebrado em Roma e também nas Igrejas do resto do mundo como sinal visivel da comunhão de toda a Igreja.

O lema deste ano santo jubilar é "MISERICORDIOSOS COMO O PAI". O próprio Papa Francisco disse que "es meu vivo desejo que o povo de Deus reflita durante o Jubileu sobre as obras de misericordia corporais e espirituais". Redescobrir as obras de misericórdia corporais:
·        dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os enfermos, visitar os encarcerados, sepultar os mortos. E as obras de misericórdia espirituais:
·        Aconselhar os duvidosos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar pacientemente as pessoas incômodas, rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos
Durante este ano, os fiéis que irão atravessar a Porta Santa com a possibilidade de adquirir a indulgência plenária. Sem contudo, o Regente da Penitenciária Apostólica, bispo KrzysztofNykiel, recordou que overdadeiro perdão chega com a Confissão: «Durante o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, o confessionário será a Porta Santa da alma. E a celebração do sacramento da Reconciliação será a ocasião para um encontro vivo e verdadeiro com Cristo Misericordioso».

O prelado assinalou que este Jubileu será um ano propício para redescobrir a centralidade do sacramento da Confissão na vida da Igreja: «Todo o que queira experimentar a alegria de sentir-se acolhido e amado por Deus deverá, com efeito, aproximar-se do confessionário, porque principalmente através deste sacramento, Deus se manifesta ao homem como Pai que não se cansa nunca de perdoar e de salvar».

Por ele –afirmou Mons. Nykiel– «todos os peregrinos que cheguem a Roma para obter a indulgência plenária, deverão passar através da Porta Santa da Basílica de São Pedro, porém, para que o fiel obtenha a absolvição dos pecados e experimente a alegria do perdão de Deus, deverá passar através das portas do confessionário»

Durante o Ano Santo, o Papa Francisco enviará por todo o mundo aos «missionários da misericórdia», sacerdotes coma autoridade para perdoar também «os pecados que estão reservados à Santa Sé», quer dizer: «pecados que comportam a pena automática da excomunhão cuja remissão está reservada à Sede Apostólica», e que portanto necessitam ser submetidos geralmente ao juízo da Penitenciária Apostólica para ser absorvidos, como:
·        a profanação da Eucaristia; a violação do segredo de confissão; a consagração do Bispo sem autorização; e a ofensa ao Pontífice. Também o pecado do aborto, que implica a excomunhão, porém, que não está reservada à absolvição à Sede Apostólica e sim ao bispo ou um delegado seu.

Sobre as «condições» para absolver destes pecados são as mesmas que se pedem para a absolvição de outros pecados, quer dizer «o arrependimento e o desejo de recomeçar na vida cristã».

Os missionários da misericórdia estarão presentes em todas as dioceses como "sinal vivo de como o Pai acolhe a todo aquele que busca o perdão".


É realmente providencial e da máxima importância, pois a confissão –dizia o venerável bispo TihamérTóth– «é benção não somente para o individuo, e sim também para a sociedade. O síntoma mais alarmante do homem de nossos dias é precisamente que tem obscurecido nele a consciência do pecado e se tem debilitado o desejo de purificação".