- 1º
Dia MARIA: Mãe na vida, Mãe na morte!
- 2º
Dia MARIA: Mãe da obediência em Cristo!
- 3º
Dia MARIA: Mãe peregrina que nos espera no céu!
- 4º
Dia MARIA: Mãe vivificada no Espírito Santo!
- 5º
Dia MARIA: Mãe e missionária do Pai com Jesus!
- 6º
Dia MARIA: Mãe plenificada pelo Pai!
- 7º
Dia MARIA: Mãe acolhedora dos filhos na eternidade!
- 8º
Dia MARIA: Mãe e sinal do amor eterno!
- 9º
Dia MARIA: Mãe, rainha e servidora!
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
NOVENA NOSSA SENHORA APARECIDA - 2015
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NOVENA NOSSA SENHORA APARECIDA - 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
FORMAÇÃO DIOCESANA - MECE
FORMAÇÃO
DIOCESANA COM OS MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO EUCARÍSTICA (19/09/2015)
“De fato, é evidente, que vocês são uma carta de Cristo... Esta é a
convicção que temos diante de Deus, graças a Cristo. Não atreveríamos a pensar
que essa obra é devida a algum mérito nosso, pelo contrário é de Deus que vem a
nossa capacidade. Foi Ele que nos tornou capazes de sermos ministros de uma
aliança nova, não aliança da letra, mas do Espírito, pois a letra mata, mas é o
Espírito que dá a vida” (II Cor 3,1-6)
Realizou-se sábado, 19 de setembro, das 14h00 às
17h00, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Rio Claro, o Enocntro Anual com
os “MECES”, coordenado pelo Pe. Antonio C. M. Mota, Animador Diocesano para os
MECEs
O tema da formação foi: “A Igreja evangeliza e se evangeliza com a beleza da liturgia” (Papa
Francisco, A Alegria do Evangelho, 24).
Após, houve confraternização entre os participantes,
que louvaram a Deus por mais esta oportunidade de crescer na fé e comunhão
entre eles.
Glória a Vós, Senhor, por tantos benefícios!
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA
SETEMBRO: mês em que a Igreja convida os fiéis para que tenham uma atenção especial para refletir e colocar em prática os ensinamentos bíblicos, e assim, impulsionados, possa este gesto fazer parte de sua vida sempre.
Todos os anos a CNBB nos apresenta um tema e um texto bíblico para ser aprofundado. Em 2015 somos exortados a refletirmos
Tema: DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS A PARTIR DO EVANGELHO DE JOÃO
Lema: PERMANECEI NO MEU AMOR, PARA DAR MUITOS FRUTOS (CF. JO 15,8-9)
Este subsídio tem a finalidade de aprofundar o conhecimento de Jesus Cristo através do Evangelho segundo João, escolhido para o estudo do Mês da Bíblia de 2015. Está dividido em quatro encontros e uma celebração final.
O primeiro encontro trata sobre o relato do encontro de Jesus com os primeiros discípulos, presente em Jo 1,35-51, destacando a importância do chamado e do testemunho daqueles que já aderiram a Jesus.
O tema das mulheres presentes no quarto Evangelho será abordado no segundo encontro. Além de apresentar o papel significativo da presença feminina no Evangelho joanino, aprofundará o encontro da samaritana com Jesus, no poço de Jacó, enfatizando o aspecto missionário, que nasce da experiência de Jesus como Messias.
Ser discípulo missionário não é trilhar um caminho sem obstáculos; este aspecto será aprofundado no terceiro encontro, no qual será refletido sobre as dificuldades e os conflitos encontrados para aderir e seguir Jesus na narrativa da cura do cego de nascença, em Jo 9,1-41.
O último encontro trata da finalidade de todo discipulado missionário: pôr-se a serviço dos irmãos e irmãs, seguindo o exemplo que o próprio Jesus nos deixou com a narrativa do lava-pés de Jo 13,1-17.
Na celebração final se percorrerá o caminho realizado durante os encontros e celebraremos com Jo 15,1-9 o texto que serviu de inspiração para o lema deste ano: "Permanecei no meu amor, para dar muitos frutos".
O primeiro encontro trata sobre o relato do encontro de Jesus com os primeiros discípulos, presente em Jo 1,35-51, destacando a importância do chamado e do testemunho daqueles que já aderiram a Jesus.
O tema das mulheres presentes no quarto Evangelho será abordado no segundo encontro. Além de apresentar o papel significativo da presença feminina no Evangelho joanino, aprofundará o encontro da samaritana com Jesus, no poço de Jacó, enfatizando o aspecto missionário, que nasce da experiência de Jesus como Messias.
Ser discípulo missionário não é trilhar um caminho sem obstáculos; este aspecto será aprofundado no terceiro encontro, no qual será refletido sobre as dificuldades e os conflitos encontrados para aderir e seguir Jesus na narrativa da cura do cego de nascença, em Jo 9,1-41.
O último encontro trata da finalidade de todo discipulado missionário: pôr-se a serviço dos irmãos e irmãs, seguindo o exemplo que o próprio Jesus nos deixou com a narrativa do lava-pés de Jo 13,1-17.
Na celebração final se percorrerá o caminho realizado durante os encontros e celebraremos com Jo 15,1-9 o texto que serviu de inspiração para o lema deste ano: "Permanecei no meu amor, para dar muitos frutos".
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“A flor de toda a Sagrada Escritura é o evangelho,
e a flor do evangelho é o evangelho que nos foi transmitido por João, cujo sentido profundo e oculto ninguém conseguirá compreender em toda a plenitude”. “Ninguém pode captar o sentido do evangelho de João se não reclina a cabeça sobre o peito de Jesus e não recebe de Jesus Maria por Mãe”.
(Orígenes)
I. OBSERVAÇÕES PRELIMINARES
O Quarto Evangelho é um evangelho diferente dos sinóticos. Será mesmo um evangelho ou antes uma meditação especulativa, meio hermética e até gnóstica, sobre o Cristo? Será histórico, o chamado Evangelho segundo João?
Trata-se de uma obra diversa dos demais evangelhos: ignora vocábulos caros aos sinóticos (por exemplo: não há as palavras apóstolos, evangelho, batismo, publicano, anunciar, conversão, escriba, etc). O texto contém extravagâncias: duas conclusões (cf. 20,30s e 21,24s); em 14,31 Jesus levanta-se da ceia... e depois o seu discurso continua; o modo de falar de Jesus é totalmente diverso dos sinóticos: longos discursos, numa forma monótona, repetitiva e ondulada; os temas tratados por Jesus são bem diversos: o Senhor não prega o Reino, mas a si próprio (basta pensar na abundância da expressão “EU SOU”); faltam também alguns outros temas importantes, recorrentes nos sinóticos: a infância de Jesus, as tentações, o sermão da montanha, o ensino em parábolas, as expulsões dos demônios, a transfiguração, a instituição da Eucaristia... Por outro lado, apresenta material que não consta nos sinóticos: as alegorias do Bom Pastor, da porta, do grão de trigo e da videira, o discurso sobre o pão da vida, o da ceia, a oração sacerdotal, os episódios das bodas de Cana, da ressurreição de Lázaro e do lava-pés, os diálogos com Nicodemos e com a samaritana... Enquanto nos sinóticos o ministério de Jesus dá-se quase por inteiro na Galiléia, a maior parte do Quarto Evangelho passa-se na Judéia, com poucas cenas na Galiléia. Os discursos de Jesus são numerosos e longos, ao passo que são poucos os episódios narrativos.
No entanto, trata-se de um Evangelho (= Boa Nova): é um anúncio das palavras e obras de Jesus como mensagem salvífica a ser aceita na fé. Como os sinóticos, trata-se de um anúncio de Jesus como Messias e Filho de Deus (cf. 20,31). O Quarto Evangelho não pretende completar os sinóticos; é sim uma tradição independente, que apresenta de um modo todo próprio o mistério de Cristo!
II. AUTOR, DATA, DESTINATÁRIOS, HISTÓRIA LITERÁRIA
Muito se estuda e muito se diz sobre o Quarto Evangelho. Segundo a tradição, seu autor é João, filho Zebedeu e irmão de Tiago Maior, um dos Doze. Seria ele o “Discípulo Amado” ou “o outro discípulo”, que aparece ao lado de Pedro. Um problema é explicar como esse João, um simples pescador galileu era “conhecido do Sumo Sacerdote” (cf. 18,15).
Segundo alguns bons estudiosos, poderíamos, hoje, pensar a formação do evangelho do seguinte modo:
(1) O Discípulo Amado é realmente João, testemunha ocular da história de Jesus e pregador do Evangelho. Com Jesus manteve diálogo íntimo e profundo e ocupou posição de prestígio, junto com Pedro: foi ele quem “viu e acreditou” (cf. 20,28): o “ver” é histórico-testemunhal, o “acreditar” é a leitura fiel do fato, a interpretação religiosa do acontecimento. Ao que tudo indica, este discípulo fora seguidor de João Batista e depois passou para Jesus. São dele as afirmações sobre o Batista: “ele não era a luz, mas viera para dar testemunho da luz” (1,8), não era o Cristo, nem o Esposo, mas apenas o amigo do Esposo (cf. 3,28-30), não realizou sinal algum, mas tudo que disse sobre Jesus era verdade (cf. 10,41). Certamente João não escreveu nada – o texto do Quarto Evangelho é de um grego bom demais para um pescador da Galiléia -, mas João é o fundamento da tradição escrita que viria depois dele. Ele realmente é o pai da tradição joanina!
(2) Do Discípulo Amado surgiu toda uma tradição. A história de Jesus de Nazaré é vista como símbolo e revelação de uma realidade superior que somente pode ser desvendada através da fé. Neste processo inserem-se os sete milagres de Jesus, chamados de sinais, que revelam juntamente com os discursos, quem é Jesus (mais uma vez, observe-se a importância dos “Eu Sou”). Também a paixão-morte-ressurreição são apresentadas de um modo novo. Por seu fundamento no apóstolo João, esta tradição tem profundo conhecimento da topografia da Palestina e da liturgia do Templo. Podemos afirmar que esta tradição já aparece difundida na Palestina antes do ano 70, em língua aramaica (pensem-se nos termos hebraicos e aramaicos usados por João).
(3) A tradição foi posteriormente cristalizada na primeira edição do evangelho, escrito em grego, com a conclusão em Jo 20,30-31. O evangelista (isto é, quem redigiu a tradição deixada pelo apóstolo João) é, portanto, este teólogo que vive no mundo grego, na Ásia Menor, e dirige-se aos judeus-cristãos de cultura grega que aí viviam. Os símbolos de João são bíblicos, há inúmeras referências às festas judaicas e alusões às Escrituras: o dualismo moral tão caro a Qumran, o Verbo que arma a tenda (ekénosen = skn = shekinhah). Há também várias alusões à excomunhão que os cristãos sofreram por parte da sinagoga lá pelo ano 90. Aos judeus-cristãos, refutados pelos judeus, o evangelista convida a permanecer na palavra de Jesus e no seu amor (cf. 8,31; 15,7.9)... “para que continueis a acreditar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus... e tenhais a vida em seu nome” (20,31).
(4) Finalmente, numa segunda edição, além de alguns retoques internos, acrescentou-se o capítulo 21, com nova conclusão geral, exaltando o Discípulo Amado; tanto ele quanto Pedro morrerão; ficará a Igreja com as duas testemunhas: a tradição joanina e o ministério de Pedro (cf. Jo 21,22s; 21,19; 21,15ss). Assim, com toda certeza, o Evangelho de João encontrou sua redação final já entre os anos 90 e 100 de nossa era.
III. O JESUS DE JOÃO
Para João, Cristo é o Enviado, revelador do Pai. É o Filho de Deus, Senhor, Salvador, pão da vida, luz do mundo, bom pastor, caminho, verdade e vida, ressurreição, verdadeira videira e Verbo encarnado.
João tem um núcleo histórico e apresenta o Jesus histórico, mas seu evangelho não é primariamente uma narração historicamente fidedigna no sentido atual nem é uma crônica de fatos ligados a Jesus de Nazaré. Trata-se, antes, do sentido soteriológico (= salvífico) de sua vida, morte e ressurreição e, mais ainda, de sua Pessoa. O evangelho de João não dissolve a história, mas nos fatos históricos descobre uma significação profunda, que aponta para a identidade e am issão de Jesus, o filho de Deus, revelador único e absoluto do Pai: seu fundamento é a consciência da importância histórica, concreta de Jesus: “O Verbo se fez carne e armou tenda entre nós!” (1,14).
No entanto, a linguagem dos discursos de Jesus não é de Jesus, mas do evangelista (basta comparar com as epístolas e as palavras do próprio Batista – cf. Jo 3,27-36)! Isso não quer dizer que o evangelista tenha imposto uma teologia sua a Jesus, tenha inventado um Jesus: em João, Jesus revela-se a si mesmo como o Salvador e caminho para o Pai, já que dele vem. A intenção do evangelista é explicitar a revelação acontecida na pessoa e na história de Jesus de Nazaré; com sua linguagem própria, ele transmite o que o Senhor revelou e o que a Comunidade eclesial experimentou na fé (cf. 3,11; 21,24). João, numa teologia bem desenvolvida, contempla Jesus do alto da sua glória de ressuscitado. A gente somente compreende bem o Jesus de João e seus gestos e palavras, quando o contempla como o Glorioso-Ressuscitado! Na pobreza dos dias terrenos de Jesus, João deseja mostrar a glória do Filho de Deus.
IV. UMA PROPOSTA DE LEITURA DE JOÃO
Um esquema do Evangelho de João é muitíssimo discutido. Sendo assim, apresentaremos apenas algumas pistas para a leitura.
A. PRÓLOGO (1,1-18)
Trata-se de um hino oriundo dos círculos joaninos que fala da revelação de Deus, de como ele se explicou para nós: através do seu Verbo existente desde o princípio e, depois, feito carne.
Esquema:
A. O Verbo voltado para Deus (vv. 1-2) A’. O Filho no seio do Pai (v. 18)
B. Papel na criação (v. 3) B’. Papel na recriação (v. 17)
C. Dádiva à humanidade (vv. 4-5) C’. Dádiva à humanidade (v. 16)
D. Testemunho de João (vv. 6-8) D’. Testemunho de João (v. 15)
E. O Verbo vem ao mundo (vv. 9-11) E’. O Verbo se faz carne (v. 14)
F. Por intermédio do Verbo nos tornamos filhos de Deus (vv. 12-13)
B. O LIVRO DOS SINAIS (1,19 – 12,50)
Apresenta o ministério de Jesus: por sinais e palavras ele se mostra ao seu povo como revelação do Pai. O resultado é a rejeição.
a) A semana inaugural: Primeiro dia (vv. 19-28), segundo dia (vv. 29-34), terceiro dia (vv. 35-39), quarto dia (vv. 40-42), quinto dia (vv. 43-51), sétimo dia (vv. 2,1-11): “No terceiro dia houve núpcias e ele manifestou a sua glória e seus discípulos creram nele”.
b) Os sete sinais:
O primeiro sinal: a água transformada em vinho (2,1-11): o vinho de Jesus é o último a ser servido, é o melhor e mais abundante: o Cristo fulgura no seu sinal, que produz a fé dos discípulos.
A isso seguem-se três narrativas com a mesma lógica de recriação e superação: a purificação do Templo (Jesus é o novo templo); o encontro com Nicodemos, judeu que estuda Jesus e vem procurá-lo nas trevas (é necessário nascer do Alto, pela água e o Espírito) e o encontro com a Samaritana (Jesus é o Salvador do mundo que dá á água da vida; por ele é possível adorar o Pai em espírito e verdade, superando Jerusalém e o Monte Garizim).
O segundo sinal: a cura do funcionário real em Caná (4,43-54), encerra esta seção. ”Se não virdes sinais não acreditareis...” – Jesus relativiza os sinais: são importantes se levam ao entendimento. Observe-se que o funcionário é um pagão (o centurião?), como os samaritanos que creram. Este sinal, onde Jesus age somente pela sua palavra, já prepara o próximo...
Dos capítulos 5 – 10 são as festas judaicas que servem de marcos para a revelação de Jesus.
O terceiro sinal: a cura do paralítico de Betesda, numa Festa (segundo muitos Pentecostes, festa dos sete sábados): ele faz o que somente Deus pode fazer no sábado; ele tem o poder de julgar.
O quarto sinal: a multiplicação dos pães, numa festa da Páscoa: Jesus é o novo Pão, o novo ázimo: pão de sua Palavra, de sua Carne e seu Sangue. (Na purificação do Templo Jesus já havia expulsado as ovelhas e os bois: ele é o novo Cordeiro!).
O quinto sinal: Jesus caminha à noite sobre as águas: evocação do Êxodo, juntamente com a multiplicação dos pães. Ele se revela como o EU SOU!
O sexto sinal: a cura do cego de nascença, na Festa dos Tabernáculos (procissão de luzes e água lustral de Siloé): Cristo dá a vista ao cego, mandando-o lavar-se em Siloé: “quem tem sede venha a mim e beba!” – promessa do Espírito.
O sétimo sinal: Jesus ressuscita Lázaro logo após a Festa da Dedicação: ele se apresenta como o verdadeiro Consagrado-Dedicado ao Pai. A ressurreição de Lázaro é antecipação da de Jesus e da dos que nele acreditam: “Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; os que a tiverem ouvido, viverão!” O óleo de Maria guardado para a sepultura e o grão de trigo que cai e morre ligam a morte de Lázaro à de Jesus.
c) A conclusão final: a rejeição de Jesus (12,37-50)
C. O LIVRO DA GLÓRIA
Aos que o aceitam Jesus revela sua glória, retornando ao Pai pela sua Páscoa. Plenamente glorificado, ele comunica o Espírito de vida.
A Última Ceia, com o lava-pés, gesto de extrema humilhação (segundo O. Cullmann é representação não somente da morte como também da Eucaristia, carne e sangue oferecidos ao homem).
O último discurso, centrado nos temas da fé e do amor. – agora o preceito já não mais é amar o próximo como a si mesmo, mas como Jesus que dá a vida. Jesus promete por cinco vezes o Paráclito e termina confiando ao Pai sua Comunidade.
A narrativa da paixão. Cristo é preso numa cena epifânica (EU SOU). A narrativa desenvolve-se em quatro cenas: no jardim, o Eu Sou; o processo judaico, o processo romano que se dá em torno das idéias de “rei” e de “verdade”; finalmente a cruz, que revela a verdadeira realeza de Jesus. Com o “Está consumado!” Jesus, do alto, celebra seu triunfo. A cena do lado aberto é de rico significado...
Jesus ressuscitado: é necessário um olhar diferente para reconhecê-lo; já não se pode retê-lo – ele é transcendente. O Ressuscitado doa o Espírito.
D. COMPLEMENTO
O capítulo 21 é complemento posterior, resultado da segunda redação. Pedro e João, as testemunhas desaparecem: permanece a Igreja, com o ministério petrino, que deve amar e apascentar e a certeza de ser amada pelo Senhor. Assim encerra-se uma época – a das primeiras testemunhas.
Conclusão geral (20,30-31)
V. Conclusão
Ler e meditar o Evangelho de João é uma verdadeira experiência mística de Cristo. É um texto para ser saboreado num clima de oração, docilidade ao Espírito Santo e profundo espírito de fé e intimidade com o Senhor.
Além de apresentar o mistério de Cristo deu m modo saborosíssimo, João apresenta-nos os temas fundamentais da fé e do amor, a revelação mais completa dos mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação do Verbo, Filho eterno e Unigênito no seio do Pai, que nos torna filhos adotivos. Apresenta-nos também pontos sobre a doutrina a respeito da Igreja (cf. 10,1-18; 15,1-17; 21,15-17) e dos sacramentos (cf. 3,1-8; 6,51-59; 20,22-23) e apresenta-nos muito sobre o papel da Virgem Maria, a “Mulher”, nova Eva, Mãe da nova humanidade resgatada (cf. 2,1-5; 19,25-27).
Por tudo isso, vale a pena uma leitura meditada, estudiosa e orante do Quarto Evangelho.
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Côn. Henrique Soares da Costa
Da Igreja de Maceió
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SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA - 2015
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
MISSA NA REGIÃO RIO CLARO
MISSA DE ENCERRAMENTO DA 1ª SEMANA DIOCESANA DE CATEQUESE
DA REGIÃO PASTORAL RIO CLARO - IGREJA MATRIZ SENHOR BOM JESUS
DIA 30 DE AGOSTO - DIA NACIONAL DO CATEQUISTA
Quem é você?
Autora: Maria Aparecida de Cicco
Quem é você que um dia qualquer
Sentiu teu coração bater diferente
E sem o menor medo sequer
Decidiu doar-se a Deus bem de repente?
Sentiu teu coração bater diferente
E sem o menor medo sequer
Decidiu doar-se a Deus bem de repente?
Quem é você que mesmo sem saber ler,
Mas com uma coragem desconhecida,
Escolheu uma nova forma de viver
Aquela vocação há tanto tempo sentida?
Mas com uma coragem desconhecida,
Escolheu uma nova forma de viver
Aquela vocação há tanto tempo sentida?
Quem é você que ainda tão jovem,
Deixou de lado curtir as baladas
Para dedicar todo tempo que tem
A falar de Jesus com palavras abençoadas?
Deixou de lado curtir as baladas
Para dedicar todo tempo que tem
A falar de Jesus com palavras abençoadas?
Quem é você que depois de longa jornada,
De vida vivida com experiência e sabedoria,
Assumiu um novo desafio na caminhada
Aceitando aquele chamado que ouvia?
De vida vivida com experiência e sabedoria,
Assumiu um novo desafio na caminhada
Aceitando aquele chamado que ouvia?
Quem é você que não te escondes de Deus,
Que de norte a sul e de leste a oeste,
Muitas vezes deixa de lado os seus
Pra atender a missão que recebeste?
Que de norte a sul e de leste a oeste,
Muitas vezes deixa de lado os seus
Pra atender a missão que recebeste?
Tu és uma estrela no céu a brilhar,
Que Jesus ilumina com sua luz,
Pois assumiste a missão de catequizar
E a outros, pelos caminhos de Deus, conduz.
Que Jesus ilumina com sua luz,
Pois assumiste a missão de catequizar
E a outros, pelos caminhos de Deus, conduz.
És uma pessoa por Jesus escolhida
Para levar ao mundo a mensagem de amor,
Tornando sua Palavra mais conhecida,
Mostrando a salvação que vem do Senhor.
Para levar ao mundo a mensagem de amor,
Tornando sua Palavra mais conhecida,
Mostrando a salvação que vem do Senhor.
És da comunidade a voz esperada,
Que leva esperança e fé ao povo de Deus,
Que é sinal da caridade encarnada
Vivendo a solidariedade nos dias seus.
Que leva esperança e fé ao povo de Deus,
Que é sinal da caridade encarnada
Vivendo a solidariedade nos dias seus.
És aquela que a Palavra vai semeando,
Sabendo que é apenas um instrumento.
E o amor de Deus vai divulgando,
Pondo nessa missão teu sentimento.
Sabendo que é apenas um instrumento.
E o amor de Deus vai divulgando,
Pondo nessa missão teu sentimento.
És de Jesus a maior conquista,
Pessoa que foi escolhida por amor.
No meio do rebanho, és catequista,
Imagem fiel de Nosso Senhor!
Pessoa que foi escolhida por amor.
No meio do rebanho, és catequista,
Imagem fiel de Nosso Senhor!
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