quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ABERTURA DA CATEQUESE 2016



CELEBRAÇÃO DE ABERTURA DA CATEQUESE PERMANENTE PAROQUIAL (14/2/2016)

“Se pois com a boca confessares que Jesus é o Senhor, e, no teu coração creres que Deus ressuscitou dos mortos, serás salvo” (Rm 10,9)
            14 de fevereiro, às 9h00, celebrou-se em nossa Paróquia, na Igreja Matriz, a abertura da Catequese Permanente, com crianças, adolescentes, adultos, pais e catequistas.
            Como Igreja reunida em torno do Senhor Jesus sempre é possível viver a alegria do encontro e sustentar-se na Palavra e na Eucaristia, louvando e glorificando ao Senhor por tantos benefícios.
            A Palavra de Deus semeada em nossos corações deve produzir frutos, portanto catequistas, pais e comunidade devem cuidar do terreno onde a semente foi plantada, através da oração, da leitura atenta da Palavra de Deus e participação na comunidade.
            Deus nunca deixa de distribuir seus dons e graças. É necessária abertura ao Espirito Santo para que vivamos e testemunhemos para que a Civilização do Amor seja realidade.
Catequistas, sigam com ânimo e perseverança mais este ano catequético, enfrentando os desafios, mas tendo a certeza de que Maria Santíssima, como mãe zelosa e carinhosa as acompanha, Ela que é a mais perfeita catequista.
            Minha benção e carinho a todos e todas

                                                     Diác. Flori













  
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

POSSE DOS CONSELHOS

Aconteceu dia 30 de janeiro,  a posse dos membros dos conselhos que ajudam na caminhada paroquial da nossa comunidade:

            C.M.P.P – CONSELHO MISSIONÁRIO PAROQUIAL PASTORAL 



                   CAEP – CONSELHO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS PAROQUIAL



                     C.E.F.P. – CONSELHO DE EVENTOS FINANCEIROS PAROQUIAL 



São fundamentais para o bom caminhar da Comunidade Paroquial, cada um atuando em uma área especifica.

“Vós, todos juntos, sois o corpo de Cristo, e, individualmente, sois os membros desse corpo” (I Cor 12,27)

Cristo é a Cabeça da Igreja, e todos somos os membros do Seu corpo Místico, que formamos a Sua Igreja, que deve ser bem organizada para que todos, na unidade e na diversidade anunciem e testemunhem o Evangelho. Assim sendo, todas as pastorais e movimentos devem caminhar com equilíbrio. Esta é a finalidade dos Conselhos Paroquiais, os quais foram empossados na Celebração do dia 30 de janeiro de 2016, às 19h30

 O CMPP, CAEP E SEFP são fundamentais para o bom caminhar da Comunidade Paroquial, cada um atuando em uma área especifica.

            Neste dia em fomos exortados pela Palavra de Deus a sermos profetas e exercer nosso ministério onde estivermos e sendo fiéis ao chamado, independente dos desafios que encontrarmos, pois a certeza que nos move é que Deus está conosco.

Agradeço e oro ao Senhor pela adesão de tantos irmãos e irmãs que dão seu dizimo do tempo para servir. “Seja o Senhor uma rocha protetora, um abrigo bem seguro que salva, porque Ele é a força e o amparo, o refúgio, proteção e segurança”
(Sl 70)

Com minha benção
Diác. Flori



















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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

QUARESMA TEMPO DE MISERICÓRDIA




MENSAGEM DO PAPA PARA QUARESMA 2016
«“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13). As obras de misericórdia no caminho jubilar»

1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada
Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.
Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia
O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.
Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.
Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d'Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.

3. As obras de misericórdia
A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em atos concretos e Cotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.
Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem atualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.
Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais diretamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os ouçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta ativa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.
Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).

Vaticano, 4 de Outubro de 2015
Festa de S. Francisco de Assis



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

QUARTA FEIRA DE CINZAS



ONZE COISAS QUE TODO CATÓLICO (A) DEVE SABER SOBRE A QUARTA-FEIRA DE CINZAS (10/2/2016)

A aproximar-se o início da Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa, que começa na próxima quarta-feira, 10, recordamos algumas coisas essenciais que todo católico precisa saber para poder viver intensamente este tempo.
1.- O que é a Quarta-feira de Cinzas?
É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a converter-se e a preparar-se verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.
A Quarta-feira de Cinza é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoam e impõem as cinzas obtidas da queima dos ramos usadas
no Domingo de Ramos do ano anterior.

2.- Como nasceu a tradição de impor as cinzas?
A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.
A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos quase 400 anos d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma impõe as cinzas no início deste tempo.

3.- Por que impõem as cinzas?
A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:
“O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Devem ajudar aos fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

4. O que simbolizam e o que recordam as cinzas?
A palavra cinza, que provém do latim “cinis”, representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.
A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

5.- Onde podemos conseguir as cinzas?
Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

6.- Como se impõe as cinzas?
Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “és pó e em pó te tornarás” ou “convertam-se e cream no Evangelho”.

7.- O que devem fazer quando não há sacerdote?
Quando não há sacerdote, a imposição das cinzas pode ser realizada sem Missa, de forma extraordinária. Entretanto, é recomendável que antes do ato participem da liturgia da palavra.
É importante recordar que a bênção das cinzas, como todo sacramental, somente pode ser feita por um sacerdote ou um diácono.

8.- Quem pode receber as cinzas?
Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive as não católicas. Como explica o Catecismo (1670 ss.) “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

9.- A imposição das cinzas é obrigatória?
A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

10.- Quanto tempo é necessário permanecer com a cinza na fronte?
Quanto tempo a pessoa quiser. Não existe um tempo determinado.

11.- O jejum e a abstinência são necessários?
O jejum e abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.
A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. Outras sextas-feiras do ano também, embora segundo o país pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.


Fonte: ACI Digital

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

SE VOCÊ VAI VOLTAR À MISSA!




Este artigo é para você se tem pensado em voltar à Missa. Talvez tenha pasado pouco tempo desde a última vez que foi, ou tal vez tenha pasado muito. Se o voltar à Missa tem estado em sua mente, se tem sentido um pequeno desejo em seu coração que quer voltar, porém está preocupado, ansioso ou simplesmente um pouco inseguro sobre fazê-lo, isto é para você

Pensa que quando entrar na igreja fará um piscar de luz por cima de sua cabeça dizendo: “Olha esta pessoa não vinha à Missa há anos!” Não tenha medo, Deus o quer como está agora. Para voltar a participar da Missa, não tem que ser perfeito. Deus quer que todos nos aproximemos do melhor que Ele tem preparado para nós que é a Eucaristía, porém, isso não significa que tenha que passar por um detetor de metais de seus pecados antes de entrar. Volte como você é e Deus fará Sua parte.

SE SENTE NO SEU CORAÇÃO O DESEJO DE REGRESSAR, AQUI LHE DEIXAMOS ALGUMAS ORIENTAÇÕES:

1. ENCONTRA ALGUÉM COM QUEM POSSA IR
É difícil ir a um lugar novo sozinho e não é diferente se vai voltar à Missa depois de algum tempo. Se quer ir, porém, não lhe fica outra que ir só, olha se pode contatar alguém que possa ir com você. Pode ser um amigo que já vai regularmente a uma paróquia, ou simplemente um conhecido. Talvez um membro da familia que previamente lhe tenha pedido que vá com ele.

2. LEMBRE-SE ONDE VAI. PREPARE-SE COM ANTECEDÊNCIA
Como em qualquer ocasião especial, a preparação é importante. Vista sua melho rroupa, pois isto tem um impacto em como se sente e se comporta quando está ali. Vestir-nos para a ocasião nos ajuda a enfocar-nos. Em segundo lugar, ajuda muito buscar a leitura do Evangelho um dia antes. Lê-lo e meditá-lo um pouco (em vez de ir às cegas). Se você vai em familia, trata de ler o comentário junto com eles. Pode encontrar as leituras diárias e ler uma reflexão do Evangelho para ajudá-lo a entender o significado da Palavra de Deus e como esta pode impactar em sua vida.

3. PROCURA CHEGAR UM POUCO ANTES
Procura chegar com tempo para que não tenha uma correría estressante de última hora. Se a igreja tem, pega um cancioneiro ou um folheto da missa para que possa seguir suas partes. Usamos este pequeno tempo antes, para fazer silêncio, orar e pedir ao Espírito Santo que nos permita participar na Missa da melhor maneira.

4. PARTICIPA SEM MEDO
A Missa não é uma forma de entretenimento, porém, tampouco estamos para ser observadores estáticos do evento. Canta com todo seu coração (não importa se acredita que canta mal, não é uma competição). Sê um participante ativo. Não se preocupe se comete erros e se não está seguro de quando sentar-se, parar ou ajoelhar-se; só tem que seguir às pessoas que o rodeiam. Se está confundido quanto ao por que de pé ou de joelhos, recorda que isto ajuda a centrar-nos na importância do que está acontecendo nesse momento. O principal é dar-lhe tudo o que possa à Missa, trazendo todo o bem e o mal de sua vida e pondo-o diante do Pai celestial que o ama.

5. NÃO SE PREOCUPE COM SEUS FILHOS
Talvez volte retorne à Missa com seus filhos. Se é assim, por favor, não se preocupe se seu bebê está chorando. Haverá muitas pessoas que são pais e recorda o que é levar um bebê à Missa. Muitas paróquias temum lugar especial na parte posterior, onde pode levar o bebê se quer e todavia pode seguir a Missa dalí. Para crianças maiores é bom trazer-lhes algo (como um livro de orações ou histórias da Biblia), desta forma, eles poderão participar também.

6. ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA COMUNHÃO
Antes de ir receber a comunhão, convida a Jesus ao seucoração e trata de estar muito presente no momento. Depois de comungar é bom que se detenha um tempo no banco falando com Jesus e agradecendo-lhe por tudo o que lhetem dado. Cristo é um presente belo, se está preparado!Recorda que só debe receber a comunhão se está em um estado de graça. Retornar à missa é muito mais que um ritual, é um encontró autêntico com Cristo e queremos fazê-lo com um coração limpo. Se não pode receber a Eucaristia, ou se não conseguiu confessar-se, por favor não deixe de participar na Missa por isto, pouco a pouco começará a estar preparado. Por certo, todos (especialmente os que participamos da Missa regularmente) temos que recordar a necessidade de não tomar ao Senhor e a nossa salvação por rotina. Não se preocupe pelo que os outros pensem. É entre você e Deus. Ninguém debe julgar à pessoa da fila da comunhão ou dos bancos. Não é um tempo para olhar e pensar por que uns receberam ou não receberam a comunhão, é um tempo para olhar nosso proprio coração, e com confiança e alegria pedir ao Senhor que nos cure.

7. FICA UM POUCO AO TERMINAR A MISSA
Logo que terminar a missa, não se apure em sair da igreja. Toma alguns momentos para refletir sobre o que acaba de acontecer. Houve algo que o impactou? Como isto pode mudar sua vida? O que você necesita fazer para mudar?

8. E FINALMENTE… NÃO ESPERE A PERFEIÇÃO!
Às vezes quando vamos à Missa não é como nós desejaríamos. Em um mundo ideal, a celebração da Missa estaría cheia de vida e alegria, o sacerdote faria uma homilía preciosa e todo o mundo poderia sentir-se completamente um com Deus. Porém, muitas vezes a Missa pode ser diferente, pode nos parecer aborrecida e monótona. Independentemente de sua experiência, recorda que Cristo está verdadeiramente presente e Ele não está limitado por nossas imperfeições humanas. Ainda que a Missa lhe pareça aborrecida, Cristo está todavía ali, se apresenta inclusive se as pessoas não estão realmente presentes. Concentre-se em dá-Lo tudo, buscar uma conexão com Deus e com os que o rodeiam, e recorda que a Missa é un ato de fé. Não se preocupe se não sente nada, porém, por favor, esteja seguro de que Cristo está encantado de vê-lo de novo!!!

“A SEMENTE  SEMPRE É DE BOA QUALIDADE, POIS É A PALABRA DE DEUS. PARA ELA GERMINAR DEPENDE O TERRENO EM QUE CAIR. PREPARE BEM SEU TERRENO (CORAÇÃO) PARA QUE ELA GRMINE E DÊ BONS E SABOROSOS FRUTOS”
* Silvana Ramos para CatholicLink




domingo, 10 de janeiro de 2016

BATISMO DO SENHOR (10/1/2016)



“Eu vos batizo com água, mas virá Aquele que é mais forte do que eu...Ele vos batizará no Espirito Santo e no fogo” (Lc 3,16)


A celebração do Batismo do Senhor nos exige um compromisso de liberdade, que muitas vezes, foi obscurecido por uma exacerbada religiosidade descomprometida com a prática do Evangelho. Os textos de hoje são absolutamente explícitos. O julgamento misericordioso das nações será vingado pelo servo eleito, amado e dileto. “Não clama nem levanta a voz (...) Não quebra uma cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega, mas promoverá o julgamento para obterá verdade. Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra”Para que não reste nenhuma dúvida, o profeta declara que a prática da justiça será abrir os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão e livrar do cárcere os que se vivem nas trevas. O livros de Atos nos assegura e alerta que “Deus não faz distinção entre as pessoas. Pelo contrário, Ele aceita quem O teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença”. O Evangelho nos desvela que o Batismo de Jesus não foi nada extraordinário. Quando todo o povo estava sendo batizado no Jordão se solidariza com os pecadores que buscam conversão. E por seu batismo na cruz extingue, pelo corpo entregue e sangue derramado, toda miséria do desamor cristalizada no pecado do mundo. Tudo o que acontece entre seu batismo e sua morte na cruz testemunha, com toda a sua visibilidade, o amor de Jesus. Nele, cumpriu-se o profeta Isaias:“Eis o meu servo, eu o recebo; eis o meu eleito, nele se compraz a minha alma; pus meu espirito sobre ele, ele promoverá o julgamento da nações” (Is 42,1)O Senhor inverte a realidade política: quem recebe o poder do julgamento de Deus é um Servo. Como Jesus, o Cristo, somos ungidos pelo Batismo para corrermos riscos e não para nos aninharmos numa vida medíocre e fútil que nos alienado mundo e nos encerra em redoma de autossatisfação religiosa. A exigência de uma conversão permanente é, provavelmente, mais difícil para nós cristãos, tantas vezes orgulhosos de nossas certezas e seguranças, do que para os outros. Talvez esteja mais perto de uma metanóia“quem não aceita uivar com os lobos, nem zurra com os asnos” (provérbio africano). Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!

EPIFANIA DO SENHOR (3/1/2015)


 “Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O».(Mt 2,3).

EPIFANIA significa "manifestação".Jesus se dá a conhecer. Embora Jesus tenha aparecido em diferentes momentos a diferentes pessoas, a Igreja celebra como Epifanias três eventos:
  • Epifania a São João Batista no Jordão (cf. Mt 3, 13-17).
  • Epifania a seus discípulos e começo de Sua vida pública com o milagre em Caná (cf. Jo 2, 1-12).

A Epifania que mais celebramos no
Natal é a primeira. A festa da Epifania tem sua origem na Igreja do Oriente. Diferentemente da Europa, no dia 6 de janeiro tanto no Egito como na Arábia se celebra o solstício, festejando o sol vitorioso com evocações míticas muito antigas. Epifanio explica que os pagãos celebravam o solstício invernal e o aumento da luz aos treze dias desta mudança; nos diz também que os pagãos faziam uma festa significativa e suntuosa no templo de Coré. Cosme de Jerusalém conta que os pagãos celebravam uma festa muito antes dos cristãos com ritos noturnos nos quais gritavam: "a virgem deu à luz, a luz cresce".

Entre os anos 120 e 140 dC os gnósticos trataram de cristianizar estes festejos celebrando o batismo de Jesus. Seguindo a crença gnóstica, os cristãos de Basílides celebravam a Encarnação do Verbo na humanidade de Jesus quando foi batizado. Epifanio trata de dar-lhes um sentido cristão ao dizer que Cristo demonstra assim ser a verdadeira luz e os cristãos celebram seu nascimento. Até o século IV a Igreja começou a celebrar neste dia a Epifania do Senhor. Assim como a festa de Natal no ocidente, a Epifania nasce contemporaneamente no Oriente como resposta da Igreja à celebração solar pagã que tentam substituir. Assim se explica que a Epifania no oriente se chama: Hagiaphota, quer dizer, a santa luz. Esta festa nascida no Oriente já era celebrada na Gália a meados do séc. IV onde se encontram vestígios de ter sido uma grande festa para o ano 361 dC. A celebração desta festa é um pouco posterior à do Natal.


OS REIS MAGOS


Enquanto no Oriente a Epifania é a festa da Encarnação, no Ocidente se celebra com esta festa a revelação de Jesus ao mundo pagão, a verdadeira Epifania. A celebração gira em torno à adoração à qual foi sujeito o Menino Jesus por parte dos três Reis Magos (Mt 2 1-12) como símbolo do reconhecimento do mundo pagão de que Cristo é o salvador de toda a humanidade.


De acordo com a tradição da Igreja do século I, estes magos são como homens poderosos e sábios, possivelmente reis de nações ao leste do Mediterrâneo, homens que por sua cultura e espiritualidade cultivavam seu conhecimento do homem e da natureza esforçando-se especialmente para manter um contato com Deus. Da passagem bíblica sabemos que são magos, que vieram do Oriente e que como presente trouxeram incenso, ouro e mirra; da tradição dos primeiros séculos nos diz que foram três reis sábios: Belchior, Gaspar e Baltazar. Até o ano de 474 d.C seus restos estiveram na Constantinopla, a capital cristã mais importante no Oriente; em seguida foram trasladados para a catedral de Milão (Itália) e em 1164 foram trasladados para a cidade de Colônia (Alemanha), onde permanecem até nossos dias.


Trazer presentes às crianças no dia 6 de janeiro corresponde à comemoração da generosidade que estes magos tiveram ao adorar o Menino Jesus e trazer-lhe presentes levando em conta que "o que fizerdes a cada um destes pequenos, a mim o fazeis" (Mt. 25, 40); às crianças fazendo-lhes viver formosa e delicadamente a fantasia do acontecimento e aos adultos como mostra de amor e fé a Cristo recém-nascido.



ANÚNCIO DAS SOLENIDADES MÓVEIS DE 2016
Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós, até a sua vinda no fim dos tempos. Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo, recordamos e vivemos os mistérios da salvação.
O centro de todo o Ano Litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no Domingo de Páscoa, este ano em 27 de março.
Em cada domingo, Páscoa semanal, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.
Da celebração da Páscoa do Senhor derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico:
-as cinzas, início da Quaresma, em 10 de fevereiro;
-a Ascensão do Senhor, em 08 de maio;
-o Pentecostes, em 15 de maio;
-o 1º Domingo do Advento, em 27 de novembro.
Também as festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos, e na comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.
A Cristo que era, que é e que há de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos. Amém.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

DIA MUNDIAL DA PAZ

TEMA: «Vence a indiferença e conquista a paz»

Conselho Pontifício da Justiça e da Paz apela à «consciência solidária» de povos e nações

Cidade do Vaticano, 11 agosto 2015 (Ecclesia) – O Papa Francisco escolheu o tema “Vence a indiferença e conquista a paz” para o 49.º Dia Mundial da Paz, comemorado no dia 1 de janeiro de 2016, informou hoje o Conselho Pontifício da Justiça e da Paz.
“A Mensagem de 2016 pretende ser um ponto de partida para todas as pessoas de boa vontade, em particular as que trabalham na educação, cultura e nos meios de comunicação, agindo cada um segundo suas próprias possibilidades e de acordo com as melhores aspirações para construirmos juntos um mundo mais consciente e misericordioso, e, portanto, mais livre e mais justo”, revela o Conselho Pontifício da Justiça e da Paz.
Num comunicado publicado na Sala de Imprensa da Santa Sé, o Conselho Pontifício da Justiça e da Paz observa que a “indiferença aos flagelos atuais” é um dos motivos que prejudicam a paz no mundo.
“A indiferença é frequentemente associada a várias formas de individualismo que produzem isolamento, ignorância, egoísmo, e isso leva ao desinteresse”, alerta o conselho pontifício para quem o aumentar a informação “não é sinónimo de maior atenção para os problemas” se estes não foram acompanhados por uma maior consciência solidária.
Por isso, para além da contribuição das famílias reafirma-se o pedido de ajuda aos educadores, aos formadores, a todos os operadores culturais e de média, aos intelectuais e aos artistas.
“Na verdade, a indiferença pode ser superada apenas se se enfrentar esse desafio juntos”, observa o dicastério presidido pelo cardeal Peter Turkson.
“A paz deve ser conquistada. Não é um bem que é obtido sem esforço, sem conversão, sem criatividade e sem dialética. Trata-se de sensibilizar e educar para o sentido da responsabilidade para questões muito graves que afligem a família humana”, acrescenta o comunicado.
Neste contexto, o Conselho Pontifício da Justiça e da Paz deu como exemplo “O fundamentalismo e seus massacres; perseguições por causa da fé e etnia; violações da liberdade e dos direitos dos povos; abuso e escravidão de pessoas; a corrupção e o crime organizado; as guerras que provocam o drama dos refugiados e dos migrantes forçados.”
Este trabalho de sensibilização e de formação é uma “oportunidade e possibilidade” para combater “esses males” através do amadurecimento de uma cultura da legalidade, da educação para o diálogo e a cooperação que são “formas básicas de feedback construtivo”.
O comunicado revela ainda que um campo onde se pode construir a paz cotidianamente vencendo a indiferença é o da “escravidão presente no mundo”, às quais que foi dedicada a Mensagem "Já não escravos, mas irmãos" para o Dia Mundial da Paz de 2015.
A mensagem do Papa para o dia 1 de janeiro é enviada para os Ministérios dos Negócios Estrangeiros de todo o mundo e também designa a “linha diplomática da Santa Sé para o novo ano”, contextualiza ainda o Conselho Pontifício da Justiça e da Paz.
O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI e é realizada todos os anos no dia primeiro de janeiro.




















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