segunda-feira, 10 de abril de 2017

SEMANA SANTA



PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA 2017

Dia 09 de Abril  > Domingo de Ramos Coleta da Campanha da Fraternidade.
8h00 >  Benção dos ramos e Procissão saindo da Capela Aparecida
9h00 > Missa: Igreja Matriz

Dia 11 de Abril  > Terça-feira  Santa Celebração do Perdão 19h30 > Igreja Matriz

Dia 12  de Abril  > Quarta-feira  Santa – Missa dos Santos Óleos
20h00 > Catedral de Santo Antônio – Piracicaba



Dia 13 de Abril  > Quinta-feira  Santa Ceia do Senhor
19h30 > Missa na Igreja Matriz e Celebração na Capela Aparecida  -  Cerimônia do Lava- pés,  Translado do Santíssimo Sacramento e Vigília Eucarística

Dia 14 de Abril  > Sexta-feira Santa
5h00 > Caminhada Penitencial com início na Capela Santo Inácio até a Igreja Matriz.
( Ônibus sairá da Praça da Matriz às 4h00 passando pela Capela Menino Jesus e Aparecida e ponto de ônibus perto da rodovia).
15h00 > Ato Litúrgico da Paixão do Senhor e  Adoração da Santa Cruz, na Igreja Matriz e Capela Aparecida.(Coleta da terra Santa)
19h00 > Procissão Luminosa do Encontro:
·        Imagem de Nossa Senhora das Dores: saída da Praça Moacir Silva Bueno (caixa d’água)  em procissão, acompanhada pelas mulheres.
·        Imagem do Senhor Morto: saída da Praça Eugênia Bueno Piovesan (Imagem Nossa Senhora da Conceição) em procissão, acompanhada pelos homens.
·        O encontro das imagens acontecerá defronte à Igreja Matriz
20h00 > Apresentação Teatral no Salão Paroquial São Sebastião – Jovens

Dia 15 de Abril  > Sábado Santo
19h30 > Missa da Vigília Pascal na Matriz e Celebração na Capela Aparecida

Dia 16 de Abril > Domingo de Páscoa
9h00 > Missa da Ressurreição do Senhor  - Igreja Matriz
19h00 > Missa  da Ressurreição do Senhor -  Capela Aparecida


"Disse-lhes Jesus: Não temais! Ide dizer aos meus irmãos que se dirijam à Galiléia, pois é lá que eles me verão"  (Mt  28, 10)

SEMANA SANTA

A minha alma está triste até à morte: 
ficai aqui e comigo vigiai.



O fel lhe dão por bebida
sobre o madeiro sagrado.
Espinhos, cravos e lança
ferem seu corpo e seu lado.
No sangue e água que jorram,
mar, terra e céu são lavados. 

Ó cruz fiel sois a árvore
mais nobre em meio às demais,
que selva alguma produz
com flor e frutos iguais.

Ó lenho e cravos tão doces,
um doce peso levais. 
Árvore, inclina os teus ramos,
abranda as fibras mais duras.

A quem te fez germinar
minora tantas torturas.
Leito mais brando oferece
ao Santo Rei das alturas. 

Só tu, ó Cruz, mereceste
suster o preço do mundo
e preparar para o náufrago
um porto, em mar tão profundo.

Quis o cordeiro imolado
banhar-te em sangue fecundo. 

Glória e poder à Trindade.
Ao Pai e ao Filho Louvor.
Honra ao Espírito Santo.
Eterna glória ao Senhor,
que nos salvou pela graça
e nos remiu pelo amor.


quinta-feira, 2 de março de 2017

QUARTA FEIRA DE CINZAS

Compreendendo a Quarta-feira de Cinzas e seu significado

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Diocesano de Limeira, SP


A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.

Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos (que não são incluídos na Quaresma); ela ocorre quarenta e seis dias antes da Sexta-feira Santa contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.

Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade da própria mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimônia.

A origem das cinzas usadas tem seu significado. Elas são preparadas pela queima de palmas usadas na procissão de Ramos do ano anterior. Lembram, portanto, o Cristo vitorioso sobre a morte. A palma é símbolo de vitória e de triunfo. Assim, se os cristãos aceitam reconhecer sua condição de criaturas mortais, e transformar-se em pó, ou seja, passar pela experiência da morte, a exemplo de Cristo, pela renúncia de si mesmos, participarão também da vida que ressurge das cinzas. Aqui vale a pena lembrar uma lenda egípcia. Fênix era uma ave fabulosa que durava muitos séculos e, queimada, renascia das próprias cinzas. Foi fácil perceber que ela é símbolo da ressurreição de Cristo e dos que aceitam viver na atitude de Cristo.

O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). Para nós Católicos Romanos esta é um dia de jejum e abstinência.

As cinzas evocam nossa realidade humana. Através do gesto ritual da imposição as cinzas, reconhecemos nossa fragilidade e nossa condição de pecadores como, também, a nossa disposição de caminhar para o dia maior da ressurreição, vivendo a misericórdia de Deus, a exemplo de Cristo obediente e ressuscitado.

A Quaresma é um tempo favorável à renovação de nossa vida batismal, isto é, de nossa fé. Apesar da secularização e dos desafios do fenômeno religioso da sociedade contemporânea, o povo cristão percebe que durante a Quaresma é preciso orientar os ânimos para as realidades que verdadeiramente contam; que exige empenho evangélico e coerência de vida, traduzida em boas obras, em formas de renúncia àquilo que é supérfluo e de luxo, em manifestações de solidariedade com os sofredores e necessitados, sobretudo com os jovens (cf Diretório sobre Piedade Popular e Liturgia, n.125).


Qual é o sentido?
A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu. A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para “construir o céu na terra”. É um grande engano. Jamais construiremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui.

Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc. Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do cora­ção e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório… nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se esvai… e assim tudo passa, tudo é transi­tório.

Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro?
Com­pra-se uma camisa nova e, logo, já está surrada; compra-se um carro novo e, logo, ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos, e assim por diante.

A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene.

Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: “Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia.”

Compreenda por que a Igreja nos pede para realizar a penitência do jejum
Ao tratarmos da cura de gastrimia (gula), a primeira coisa que nos vem à mente, evidentemente, é o jejum. No entanto, sejamos sinceros, quem é que ainda leva a sério o jejum? Para a maior parte das pessoas, o jejum é uma prática antiquada, desnecessária, quando não, completamente absurda.

Até entre os “bons católicos” a prática do jejum é vista com desconfiança. Afinal, somos pessoas equilibradas. Nada de radicalismos! Quando muito, ainda é possível encontrar quem se recorde do velho Catecismo: “O quarto mandamento [da Igreja]: jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja”. Mas quando é que a Santa Mãe Igreja nos manda jejuar? A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou, em 1987, a Legislação Suplementar ao Código de Direito Canônico, que diz o seguinte:

Quanto aos cânones 1.251 e 1.253:
1. Toda sexta-feira do ano é dia de penitência, a não ser que coincida com solenidade do calendário litúrgico. Os fiéis, nesse dia, abstenham-se de carne ou outro alimento, ou pratiquem alguma forma de penitência, principalmente obra de caridade ou exercício de piedade.

2. A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa, memória da Paixão e Morte de Cristo, são dias de jejum e abstinência. A abstinência pode ser substituída pelos próprios fiéis por outra prática de penitência, caridade ou piedade, particularmente pela participação nesses dias na Sagrada Liturgia.

Bem, talvez, do jejum e da abstinência na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa, a maior parte dos católicos se recorde. Porém, é provável que a maioria não faça a mínima ideia de que a abstinência de carne, às sextas-feiras, ainda existe! Mas isso não é motivo para que alguém se sinta mal. Muitos e nobres eclesiásticos sofrem da mesma miséria. Magra consolação!

“Mas isso é somente uma lei da Igreja!”, alguém poderia dizer. Depois de constatar essa obviedade, desfiar um rosário de argumentos contra a prática do jejum: “Não está na hora de a Igreja deixar de lado essas tradições medievais? Por que incentivar o jejum? Não existe algo de mal neste masoquismo de querer se penitenciar? Isso não prejudica a saúde? Qual o sentido do jejum, se a pessoa não trabalha para transformar a sociedade?”. Com argumentos desse tipo, livramo-nos do problema, varrendo-o para debaixo do tapete. Acho que os Santos Padres não estariam exatamente de acordo com esse procedimento.

Santo Tomás de Aquino (1225-1274), que era um mestre em argumentação, ensina-nos a distinguir duas realidades diferentes no jejum:
a) O mandamento da Igreja
b) A lei natural

Os dias em que eu devo jejuar e as formas de realizar esse jejum são uma lei da Igreja (a). Mas o jejum não é uma invenção da Igreja. A necessidade de jejuar é uma lei que Deus imprimiu na natureza humana (b), ou seja, compete às autoridades da Igreja determinar alguns tempos e modos de jejuar, já que é dever dos pastores cuidar do bem das ovelhas. No entanto, mesmo se não houvesse uma legislação canônica, as pessoas teriam de jejuar, pois se trata de uma exigência da própria natureza do homem. Sim, é isso mesmo! Por estranho que possa soar aos seus ouvidos, a ascese e o jejum são imperativos da ética humana natural e não uma tradição de algumas religiões e culturas exóticas. O jejum e a abstinência são instrumentos necessários para que possamos chegar a ser, não heróis ou semideuses, mas simplesmente humanos”!

Um apelo na Quarta-feira de Cinzas
Entramos no tempo da Quaresma, período que antecede a Semana Santa. Ocasião de nos preparemos para a maior de todas as celebrações da Igreja: a Ressurreição de Cristo, nossa Páscoa. E este tempo de preparação se inicia hoje, na Quarta-feira de Cinzas. Na celebração deste dia, cinzas são colocadas na nossa cabeça ou na testa para que nos lembremos de onde viemos e para onde vamos: “Como um pai tem piedade de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem, porque ele sabe de que é que somos feitos, e não se esquece de que somos pó” (Sl 102,14).


Este é um tempo favorável a nós. Mas para que possamos ressuscitar com Cristo, talvez seja necessário mudarmos a direção da nossa vida. Por isso, no momento em que recebemos as cinzas, ouvimos o seguinte versículo bíblico: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (cf. Mc 1,15). Mas vamos antes entender onde está situado este importante alerta de conversão.

Com a celebração da imposição das cinzas, iniciamos o tempo quaresmal, ouvindo o convite do Senhor: “Convertei-vos! O Reino de Deus está no meio de vós”. A proclamação e escuta da Palavra de Deus, as orações, as ações simbólicas nos possibilitam experimentar a bondade infinita de Deus, como reza a antífona de entrada: “Ó Deus, vós tendes compaixão de todos e nada do que criastes desprezais: perdoai nossos pecados pela penitência, porque sois o Senhor nosso Deus” (antífona da entrada da Quarta-feira de Cinzas).

Na caminhada quaresmal, somos convidados a experienciar o Deus que acolhe nossa penitência, corrige nossos vícios, cuida de nós incansavelmente, fortifica nosso espírito fraterno, nos dá a graça de sermos nós também misericordiosos.

Nos passos de Jesus, caminhando rumo à Páscoa, revivemos a experiência d’Aquele que a partir do batismo do Jordão caminha para o “batismo da Sua morte” (Mc 10,38/ Lc 12,50). Contemplamos o mistério do coração traspassado e aberto do Redentor, do qual nasce a Igreja e provém toda a eficácia dos Sacramentos; e donde promana sangue e água (Jo 19,34), símbolos da Eucaristia e do Batismo.

No Mistério Pascal, o testemunho concorde do Espírito, da água e do sangue (1Jo 5, 5-8) que manifesta o “renascer da água e do Espírito” para entrar no Reino de Deus (Jo 3,5).

Certamente não é fácil aceitar ser cinza. Contudo, a fé em Jesus Cristo ressuscitado faz com que a vida renasça das cinzas. Jesus Cristo faz brotar a vida, onde o ser humano reconhece sua condição de criatura necessitada da ação de Deus. É entrar na atitude pascal.

Esta páscoa se vive na conversão, através dos exercícios da oração, do jejum e da esmola.
A imposição das cinzas não constitui um mero rito a ser repetido a cada ano. É celebração da vocação do ser humano, chamado à imortalidade feliz, contanto que realize o mistério pascal de morte e vida em sua vida fraterna. Que você tenha uma quaresma santa e fecunda.



quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

TERÇO DOS HOMENS

Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção.  A oração do terço, além de nos conduzir para a oração, leva-nos a meditar sobre os principais mistérios da redenção que Cristo nos oferece.
Com a meditação do mistério redentor, também lembramos Maria de Nazaré, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho.

"O Terço da Virgem Maria que ao sopro do Espírito Santo foi se tornado gradualmente no segundo milênio, na sua simplicidade e profundidade, permanece no terceiro milênio, oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade", e o Terço dos Homens tem se dedicado em propagar a recitação no Brasil, no mundo e junto aos seus familiares para que “a família que reza unida permaneça unida”, e para que o mundo encontre a paz.






































sábado, 31 de dezembro de 2016

DIA MUNDIAL DA PAZ




1º de Janeiro: DIA MUNDIAL DA PAZ
Tema 2017: "A NÃO VIOLÊNCIA, UMA POLÍTICA PELA PAZ"

A não-violência: estilo de uma política para a Paz”: este é o tema escolhido por Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, o quarto do seu Pontificado.

A violência e a paz estão na origem de dois modos opostos de construir a sociedade. A difusão dos focos de violência gera experiências sociais gravíssimas e negativas.

O Papa resume esta situação na expressão Terceira guerra mundial em capítulos”.

Ao invés, a paz tem consequências sociais positivas e permite um verdadeiro progresso. Devemos, portanto, agir nos espaços possíveis, negociando caminhos de paz, até mesmo onde tais caminhos parecem tortuosos ou impraticáveis
.
DIÁLOGOS DE PAZ
Deste modo, a “não violência” pode assumir um significado mais amplo e novo: não apenas aspiração, inspiração, rejeição moral à violência, às barreiras, aos impulsos destruidores, mas também método político realista, aberto à esperança.

Trata-se de um método político fundado na primazia do direito. Se o direito e a igual dignidade de cada ser humano são salvaguardados sem discriminações e distinções. Consequentemente, a “não violência”, entendida como método político, pode constituir um meio realista para superar os conflitos armados
.
DIREITOS E DEVERES
Nesta perspectiva, é importante reconhecer, sempre mais, não o direito da força, mas a força do direito.
Com esta Mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Santo Padre deseja indicar um passo ulterior, um caminho de esperança apropriado às circunstâncias históricas presentes: chegar à solução das controvérsias por meio de negociações, evitando que elas se degenerem em conflito armado.

SENSIBILIDADE
Atrás desta perspectiva, há também o respeito pela cultura e a identidade dos povos, portanto, a superação da ideia segundo a qual uma parte é moralmente superior à outra.
Mas, ao mesmo tempo, isto não significa que uma nação possa ser indiferente diante das tragédias de outras. Pelo contrário, significa reconhecer a primazia da diplomacia diante dos estrondos das armas.
O tráfico mundial das armas é tão vasto a ponto de ser subestimado. O tráfico ilegal das armas sustenta muitos conflitos no mundo. A “não violência”, como estilo político, pode e deve fazer muito mais para superar este flagelo.

TRADIÇÃO
O Dia Mundial da Paz teve início por desejo do Beato Paulo VI e é celebrado todos os anos no dia 1° de janeiro. A Mensagem do Papa é enviada a todas as Chancelarias do mundo e assinala as diretrizes diplomáticas da Santa Sé.

Dia Mundial da Paz: 2017 deve marcar fim da lógica do «equilíbrio do terror»

Dia Mundial da Paz: Bispo das Forças Armadas e Segurança elogia «sã utopia» da não-violência


ANO NOVO


CELEBRAÇÃO DA SOLENIDADE DA SANTA
      MÃE DE DEUS (ano novo)


Dia 31 (SÁBADO) ás 19h30
Matriz e 19h30 Capela Aparecida
VENHA PARTICIPAR CONOSCO!

sábado, 24 de dezembro de 2016

NATAL 2016




É NATAL, TEMPO DE AMOR E PERDÃO


"Bendito o Senhor Deus de Israel,
Que visitou e redimiu a Seu povo,
E nos levantou um poderoso Salvador
na casa de Davi seu servo" Lucas 1:68-69
Aproxima-se a noite das noites…
A noite em que o Menino vai nascer.
Permitamos que a estrela de Belém nos banhe com sua luz   e abramos o coração para receber a Jesus
que vem ao mundo para presentear-nos com paz, amor, perdão.
É um tempo adequado para meditar serenamente,
analisar nossa vida para não repetir os mesmos erros do passado
e viver de agora em diante com mais amor fraterno
para que o mundo seja melhor.
Que este Natal traga, Paz interior, Esperança
Renascimento, Perdão, Abraços e Amor
Se Natal é o AMOR que vem morar entre nós, 
a força desta celebração anual, o motiva e dinamiza
para que tente de novo ser, como Jesus, fonte de bondade, 
consolo, alegria e paz. Vale a pena voltar a tentar 
e permanecer firmes na tarefa atribuída. 
Jesus o acompanha, no Emanuel, 
o “Deus conosco”. E para alcançar isto e necessário,
recuperar novamente a nossa fé em Deus e em
seu filho Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o nosso Salvador.

Com carinho desejo Feliz, abençoado e Santo Natal a todos!

DIÁCONO FLORI

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

NATAL 2016



CELEBRAÇÃO DO NATAL DO SENHOR JESUS

DIA 24 (SÁBADO) ÁS 19h30

NA IGREJA MATRIZ 

CAPELA APARECIDA

VENHA CELEBRAR CONOSCO!

Se queremos seguir Cristo de perto, não podemos procurar uma vida cômoda e tranquila. Será uma vida empenhada, mas cheia de alegria.

Papa Francisco